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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dia 35: De Vitória a Guimarães

Da janela do nosso quarto em Vitoria
Saímos de Vitória-Gasteiz com destino a Guimarães. Mais um dia de engrenagem de regresso sem grandes tempos para seja o que for. Chegámos à fronteira por volta das 18 horas, tendo metido gasolina antes, em Espanha, que continua com uma diferença brutal para o resto dos países (e ao contrário do que se diz tanto França como, especialmente, Itália, têm a gasolina mais cara que Portugal). Tomámos o belo do café numa estação de serviço transmontana onde as meninas também não primavam pela simpatia e, cerca de uma hora depois, estávamos em Guimarães. Ficámos hospedados, uma vez mais, no Hotel Fundador, onde já tínhamos ficado o ano passado e foi uma boa experiência (voltou a ser). E jantámos, muito bem, a bela da cozinha portuguesa, num simpático restaurantezinho perto do hotel, o Bar Cheers, com umas empregadas minhotas extremamente simpáticas e prestáveis. Recomendamos tanto o hotel como o restaurante.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Berço da Nação

Este fim de semana fomos até Guimarães e saímos de lá encantados. Encantados pela beleza, e conservação, da cidade, pela simpatia das pessoas, pela comida, por terem as visitas ao Castelo e Paço dos Duques gratuita (coisa muito rara em Portugal). Essa visita é algo que vale muito a pena. O Castelo pela paisagem que se vê do cimo do mesmo (e pela aventura de o subir, especialmente se se tiver crianças), o Palácio dos Duques pela beleza, grandeza e história que nos permite respirar.
Apesar de algum atentado arquitectónico com traços dos anos 70 (prédios rectangulares altos), quando entramos no centro da cidade essa sensação perde-se porque deixamos de ver esses mesmos prédios. O comércio tradicional dá um toque pitoresco à cidade e os restaurantes com esplanadas convidam a sentar e a apreciar as casinhas típicas à volta da praça de São Tiago. Infelizmente durante o nosso jantar, por volta das 10 da noite, nessa praça abriu as portas um bar com muito mau aspecto e muito má música (demasiado alta) que estragou o ambiente de "mergulho na época medieval" que estávamos a vivenciar. Mas, ainda assim, foi um jantar muito agradável.
No dia seguinte almoçámos, após visita ao Paço dos Duques, num restaurante lá ao lado "Cor de Tangerina" no Largo Martins Sarmento, que descobrimos por acaso devido à fome (entrámos no primeiro que apareceu). Nem reparámos que era vegetariano (não vegan) e ficámos de pé atrás quando descobrimos que o era. Felizmente não saímos e ficámos de espírito aberto para comer. Era fantástico! desde servir tudo com muito bom gosto, com produtos (e embalagens) típicos e "amigos do ambiente", a uma comida que dava gosto logo com o nariz e os olhos, tremendamente bem confeccionada com produtos biológicos e muito saborosa. Quando voltarmos a Guimarães voltamos a este restaurante que aconselhamos.
Ficámos hospedados no Hotel Fundador que prima pela simpatia e quartos grandes (pelo menos o nosso). O único defeito serão as paredes demasiado finas que permitem ouvir o barulho dos outros quartos, mas os hóspedes, pelo menos enquanto lá estivemos, eram silenciosos.