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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Dia 4: Carcassonne até Génova... Avarias e precalços
Saímos pela manhã do hotel, sem pequeno-almoço. Parámos numa terrinha próxima numa pastelaria de beira de estrada onde fomos atendidos por três jovens francesas muito mal encaradas. Prosseguimos pela auto-estrada, almoçando num Quick numa estação de serviço. A meio da tarde estávamos a passar a fronteira de Itália, contentes e felizes pelo regresso ao fim de 2 anos. O nosso hotel, Idea Hotel Genova San Biagio, ficava em Bolzaneto, uma terra na periferia de Génova. Como chegámos muito cedo fui trabalhar um pouco e saímos depois para jantar. Depois de muitas voltas sem ver nada de jeito, de muito tempo perdido na grande confusão que é o trânsito de Génova, acabámos por ir ao porto de Génova, uma zona com restaurantes e animação, jantar numa pizzaria com pizzas fabulosas, de comer e chorar por mais. Regressámos ao carro para voltar ao hotel. Novamente perdidos na confusão de trânsito e obras de Génova o carro começa a piscar uma luz e a tremer por todos os lados. Com grande esforço e uma ajuda preciosa da 'polizia', lá conseguimos dar com a estrada de volta ao hotel. Com os nervos à flor da pele pelo medo de termos o carro a parar a meio da estrada e, principalmente, pelo medo de ser ali o fim prematuro das nossas férias, lá chegámos ao hotel. Estacionámos, pedimos informação na recepção, para descobrir onde encontrar uma oficina da VW no dia seguinte. Após uma ajuda preciosa do funcionário de serviço, descobrimos que havia uma a pouco mais de 300 metros do hotel, onde iremos amanhã tentar resolver esta situação e salvar o que for possível das férias.
Local:
Italy
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Dia 5
Decidimos parar no tal café para comer alguma coisa. O mesmo tinha o ar mais pacato e típico que se podia encontrar. Alguns homens que bebiam vinho e crianças que brincavam com bolas partiam coisas e acabavam por ter uma mãe a ralhar com elas. Foi uma almoço muito simpático e que nos deu a sensação de estar a "viver Itália". Prosseguimos viagem pelas Cinque Terre até chegarmos a Pisa.
Apesar das imagens que já todos vimos nunca a imaginei tão inclinada e a sensação que dá, ao chegarmos perto é que aquilo vai realmente cair a qualquer instante. Foi um momento mágico estar ali a olhar para a torre e tirar fotografias, ao final da tarde e, depois de jantados lá perto, durante a noite.
Para estragar o dia perfeito perdemo-nos para chegar ao carro e depois para encontrar o hotel. Mas acabou tudo bem encontrando o hotel, que foi trocado 3 vezes, e acabou por ser o San Ranieri que, não sendo mau, não nos encheu as medidas.
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s. bernardino
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Dia 4:
Prosseguimos viagem para ir dormir a Génova, o que nos deu muito pouco tempo para ver fosse o que fosse. Foi um dia que senti um pouco em branco mas deu para perceber, do pouco que vimos de França que é um país bem arranjadinho e que se cuida muito bem. Ficámos com vontade de fazer umas férias mais francesas um destes anos.
A entrada em Itália provocou-me uma sensação de desgosto. Acabados de deixar paisagens da côte D'azur, e toda a beleza da riviera francesa, entramos numa Liguria muito triste e pouco cuidada. Foi realmente um desgosto. Para o aumentar vi passar ao lado uma cidade que queria mesmo muito visitar: "Busana Vechia". Uma cidade vítima de um terramoto no século XIX, onde morreram mais de 2000 pessoas e abandonada pelos seus habitantes, que se estabeleceram um pouco mais abaixo (em b
Busana Nuova) até ser ocupada, à revelia e apesar das tentativas de expulsão do governo italiano, pelos hippies dos anos 60.
Génova foi marcada como local de dormida devido às críticas nos sites não lhe darem qualquer importância. Mal entramos na cidade começamos a perceber que é muito mais bonita do que a pintam. Para melhorar as coisas o hotel, Bristol Palace, era fantástico e, se isso não bastasse, tivemos a sorte de ficar alojados no último piso num quarto situado numa esquina com vista para a Piazza de la Fontana.
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