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domingo, 28 de agosto de 2011

Dia 30: Sirmione entre esculturas e cisnes

Partimos de Veneza já com saudades. Apanhámos o barco quase directo ao nosso parque de estacionamento e seguimos viagem até Sirmione, no escroto do Lago Garda (vejam a imagem do Lago para perceber).
Em Sirmione fizemos a "passeggiata romantica", à beira lago a ver os cisnes. Apanhámos com crianças estúpidas que atiravam pedras ao cisnes (e pais ainda mais estúpidos que nada faziam). Vimos uma cena inacreditável de um casal do que nos pareceram ser americanos e seus 3 filhos que, tendo um lago enorme com águas limpas (onde andam peixes e cisnes), com zonas privilegiadas de praia, foram tomar banho para um local onde saía directamente o esgoto (local onde um tubo gigantesco, bem visível, estava roto). Toda a gente ficava a olhar para eles com ar de "What the F*ck!?" e eles olhavam para nós com ar de "porque raio está tudo a olhar para mim?"... a única explicação que tenho é o facto daquela ser uma terra com termas e eles terem achado que aquela água mais quente era termal... não tenho explicação para terem ignorado o cheiro.
Fomos até à ponta da terrinha ver a vista. Voltámos para trás e passámos pelo Jardim Maria Callas. O nome do jardim deve-se ao facto da casa de férias de Maria Callas estar logo ali ao lado. Uma casa grande e bonite que se encontra actualmente à venda (interessados? fiquei com uma foto do anúncio ;)).
Seguindo o som da música fomos jantar a uma pracinha onde uma banda tocava ao vivo (parou pouco depois de sentarmos, o que foi uma pena), e comemos uma belíssima pizza. Sirmione, por já estar preto da fronteira com a Áustria e a Suíça acaba por ter lá mais gente a falar alemão do que italiano e o ambiente perde aquele calor latino. Apesar disso os empregados continuam muito simpáticos e brincalhões.
Ficámos hospedados no hotel Villa Pagoda que NÃO recomendamos a ninguém. Foi o único hotel das férias que não gostámos. As camas eram muito desconfortáveis, não tinham nem ar condicionado nem ventoínha, o duche era horrível... enfim, não tinha nada a seu favor além da localização e do estacionamento (que também tinha muito poucos lugares e acabámos por deixar o carro do lado de fora do portão).

Cisnes em Sirmione

sábado, 22 de agosto de 2009

dia 22


Decidimos dar a volta ao lago de carro.
Parámos primeiro em Malcesine para fazer a viagem de funicular até Monte Baldo. Foi muito agradável e com uma paisagem estrondosa lá do cimo. A Beatriz adorou a sensação de "abano" do funicular ao passar nos postes de rentenção. Durante a viagem ainda tive direito a ver duas marmotas que apanhavam ervinhas para fazer o ninho. chegados lá acima ficámos um bom bocado apenas sentados a olhar para baixo e a tirar fotos a insectos e à paisagem. Decidimos almoçar no restaurante que lá havia com vista para o lago cá em baixo. O almoço não era grande coisa mas valeu-nos as vistas.
Regressámos a Malcesine para continuar a voltinha pelo lago. Parámos então em Varone para ver as grutas com cascata. Foi igualmente bonito e fez também as delícias da petiz que adora quedas de água. Depois disso verificámos que o melhor teria sido voltar atrás visto que, depois das cascatas, não havia mais nada de interessante para ver e o lago demora muitas horas a dar a volta...).

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Dia 20


Saídos das dolomites com destino a Garda, junto ao lago Garda.

Pelo caminho parámos para almoçar em Marostica (na foto). Marostica não tem muito para ver, o que tem vê-se parando e olhando de um só sítio (pelo menos foi a impressão que nos deu). Mas é muito bonita. Tem dois castelos, um em baixo, com a muralha para a praça da vila, e o outro alteneiro, que se vê olhando da praça da vila. A praça, pequena, tem à frente um grande e bonito edifício do banco, atrás fica a entrada do castelo e dos lados as várias lojinhas e restaurantes. No centro está um tabuleiro de xadrez gigantesco onde, uma vez por ano, em Setembro, se realiza um jogo de xadrez com pessoas a sério (e cavalos).
Comeu-se bem e seguiu-se viagem até Garda onde ficámos hospedados num simpático hotel pelos 3 dias seguintes.
Depois de um breve descanso no quarto do hotel, saímos para jantar nas ruas cheias de música. Junto ao lago encontrámos uma praça "marginal" cheia de vida e gente. Cada restaurante tinha a sua atracção e escolhemos um com musica ao vivo e direito a ver o lago e os patinhos que por lá andam (para delícia de nossa filha). Comeu-se muitíssimo bem um jantar regado com um belo chianti (uma vez que o quarto do hotel era mesmo ali e já ninguém precisava de agarrar no carro). A Beatriz agarrou-se ao melão e às batatas fritas e, no final, atirou muito pão aos patos.